Vampirismo clínico no cinema: entre a realidade e o sobrenatural
O vampirismo clínico no cinema oferece um olhar perturbador e profundamente humano sobre um mito antigo ao remover os elementos sobrenaturais.
O vampirismo clínico no cinema oferece um olhar perturbador e profundamente humano sobre um mito antigo ao remover os elementos sobrenaturais.
A licantropia, também conhecida como a transformação de humanos em lobisomens, é um tema fascinante que tem sido explorado de várias formas no cinema ao longo das décadas.
O termo “cult movie” se refere a filmes que desenvolvem uma base de fãs devotada e apaixonada ao longo do tempo, muitas vezes fora do circuito mainstream.
Filmes LGBTQIA+ da década de 90 foram pioneiros na quebra de barreiras e na ampliação da visibilidade e aceitação da comunidade LGBTQIA+ no cinema.
Os filmes de terror orientais têm cativado audiências de todo o mundo com sua abordagem única e muitas vezes assustadora do gênero.
O Oscar 2021 representou um momento marcante e significativo, destacando o talento, a resiliência e a contribuição das mulheres, especialmente as mulheres negras, para o cinema.
O legado da Retomada continua a ser sentido na indústria cinematográfica brasileira, com o cinema nacional conquistando reconhecimento internacional e continuando a cativar o público em casa.
Essa é a beleza e a complexidade dos subgêneros de terror, que, juntos, formam um vasto panorama do que é temido – e fascinante – na natureza humana.
O terror dos anos 90 até hoje influencia produções modernas, inspirando novos cineastas e redefinindo o que significa criar medo nas telas.
O ano de 2020 provou que, independentemente das circunstâncias, a sétima arte tem a capacidade de se reinventar, adaptando-se aos desafios e mostrando que, mesmo nos momentos mais difíceis, há histórias que merecem ser contadas e vividas.